Estação de Tratamento de Esgoto de Jundiaí

Expertise no tratamento de efluentes

Planejada em 1996, a ETEJ – Estação de Tratamento de Esgotos de Jundiaí – foi inaugurada em 1998 com o objetivo de tratar o esgoto do município. Com mais de 20 anos de atuação, foi a primeira ETE no Brasil a usar ar difuso em lagoas, com difusores flutuantes de membrana.

Atualmente é referência quando o assunto é a prestação de serviços de saneamento com qualidade e segurança à população e meio ambiente.

Em uma iniciativa pioneira iniciada em 2000, destina o lodo gerado ao final do processo para a compostagem, transformando-o em fertilizante orgânico que beneficia a agricultura e isenta as empresas geradoras de corresponsabilidade ambiental.

Processo de Tratamento ETE Jundiaí

Os esgotos recebidos na ETEJ são provenientes de residências, comércios e indústrias.

O tipo de tratamento da ETEJ é o “biológico aeróbio”, onde a principal peça do sistema são as lagoas de aeração com difusores flutuantes de membrana. Trata-se de um sistema robusto que não emite aerossóis, como ocorre nos sistemas onde a aeração é feita por grandes misturadores.

Basicamente, o objetivo das estações de tratamento biológicas é acelerar o processo natural que qualquer curso d’água realiza com microorganismos que se alimentam da matéria orgânica do esgoto e ajudam a eliminar os poluentes.

Fluxograma

O processo da ETEJ é bastante simples e robusto, consistindo em lagoas aeradas de mistura completa seguidas de lagoas de decantação. Foi a primeira ETE no Brasil a usar ar difuso em lagoas, com difusores flutuantes de membrana.

Para remover o lixo existem grades, que removem os sólidos, como plásticos e panos.

ETE Jundiaí

A CSJ é a concessionária responsável pelo tratamento dos esgotos da cidade de Jundiaí na Estação de Tratamento de Esgotos de Jundiaí, operando desde 1998 com responsabilidade socioambiental em suas atividades.

Capacidade de tratamento

1.530 L/s (sendo 2.520 L/s no pico)

Capacidade de tratamento em carga orgânica

até 90 toneladas de DBO por dia (equivalente a 1,67 milhão de habitantes)

Vazão média atual

1.000 L/s

Eficiência atual

94% em remoção de carga orgânica

Energia consumida

2.000 MWh/mês

Lodo dragado enviado para compostagem

30.000 m³/mês